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PREPARAÇÃO PARA O CAMPO MISSIONÁRIO UMA IMERSÃO CULTURAL

Antes de servir de forma definitiva nos campos, os missionários apoiados pela Oitava Igreja são preparados de diversas formas. Saiba mais sobre uma dessas histórias agora:

Um dos momentos mais importantes para um missionário é o seu período de preparação, o tempo que antecede o seu envio ao campo, em que ele passa por cursos, viagens e imersão na cultura em que irá servir. A experiência obtida nesta época fará toda diferença em seu serviço ao Reino.

A missionária em treinamento Carolina Coelho, enfermeira socorrista que é apoiada pela Oitava Igreja desde o despertamento de sua vocação missionária, está passando por este processo atualmente. Enquanto aguarda o envio para a Guiné-Bissau, ela participa de orientações finais na Missão AMEM, em Belo Horizonte.

Atividades com crianças no Haiti.

Sua preparação para o próximo campo teve início há seis anos, tempo em que ela serve no ministério de forma integral. Desde então, a missionária já passou por cidades do interior de Minas e por outros países, como Moçambique, Bolívia, Haiti, Líbano e outros. Em alguns desses locais, ela foi enviada pela Oitava para socorrer vítimas em catástrofes e guerras.

Mas, recentemente, em todo o ano de 2016, a missionária esteve em Foz do Iguaçu, no Paraná, local em que se especializou no mundo muçulmano, na MEAB, uma escola dedicada a este fim. No sul do país, ela foi treinada na teoria e na prática. Além de participar do curso, a Carol, como é chamada, também convivia com árabes e muçulmanos que residiam na cidade, ação incentivada pela própria escola nos dias livres.

Ela comenta que o maior desafio deste período foi a resistência da religião islâmica, já que o povo que vive no Brasil ainda mantém a cultura e os costumes. Mas destaca a importância desse tipo de convívio: “Porque dá ao missionário ferramentas que o auxiliam no aprendizado da língua e cultura, ao mesmo tempo que o ajuda a se desnudar de sua própria cultura para tornar-se um aprendiz: de um novo modo de encarar o mundo e de uma nova língua para uma comunicação e interação eficaz com a comunidade”.

Ainda nessa época, Carol conviveu com missionários que já atuavam na cidade com evangelismo e discipulado, e assim como ela, usavam a profissão como ferramenta para servir e se aproximar dessas pessoas.

Após retornar de Foz, ela esteve em Brasília, onde fez um curso de linguística durante três meses. De volta à Belo Horizonte, ela está nos últimos preparativos para ser enviada para a Guiné-Bissau, o que deve ocorrer no segundo semestre deste ano. Lá, ela irá servir junto dos missionários Carlos André e Suerda durante um ano, sempre na sua área de atuação: a saúde e o trabalho com crianças.

Atividade no deserto do Saara, Mauritânia – África.

Toda a sua experiência com as viagens anteriores contribuirá para os seus próximos passos. Em todas essas oportunidades, Carolina considera que a importância do trabalho está na missão de alcançar pessoas através da sua profissão, com atendimentos na área da saúde, palestras e atividades com crianças, por exemplo. O objetivo é simples: “Apresentar Jesus Cristo ao próximo, utilizando a profissão como ferramenta, para que sua dignidade possa ser restaurada”, explica.

Ela compartilhou um motivo de oração: os preparativos para a viagem; e um motivo de gratidão: “A igreja enviadora, intercessores e parceiros que têm sido presentes e fiéis na caminhada”. Faça a sua parte. Ore pelo envio da missionária, por seu trabalho no novo campo e por todos os demais missionários em período de treinamento.

Se você tem interesse por missões, procure o Conselho Missionário pelo e-mail: misssoes@oitavaigreja.org.br; ou ligue para 3449-8600.