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PRIMEIROS PASSOS NO CASAMENTO

06
nov
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Os primeiros passos fazem parte de todo início de caminhada. Eles são essenciais para o desenvolvimento e amadurecimento de qualquer pessoa que deseja completar uma jornada. Esse período singular contém algumas peculiaridades: os primeiros passos não podem ser transferidos para pessoas que já os deram anteriormente. O bebê precisa aprender a caminhar com suas próprias pernas. Os pais não podem dar esses passos por ele. Além disso, na tentativa de sair do lugar, o aprendizado é acompanhado de desequilíbrio, tropeços e quedas, não havendo outra maneira de se aprender a andar.

Podemos fazer uma analogia desses primeiros passos de um bebê com de um casal na vida conjugal. É claro que, neste caso, a imaturidade de um bebê não pode ser justificada, pois no casamento ambos são adultos. No entanto, mesmo sendo crescidos, e mesmo que já sejam cristãos maduros, os cônjuges ainda não sabem viver casados. Sendo assim, o que um casal deve fazer para dar corretamente seus primeiros passos no matrimônio? Edificar sua casa sobre a Rocha, que é o Senhor Jesus e a sua Palavra.

Em Mateus 7.24-27, Jesus compara aquele que ouve suas palavras e as pratica como um homem sábio que decidiu edificar sua casa sobre a rocha. Sabemos que tempestades vêm sobre todos os casais e sobre todas as famílias, portanto é necessário que o casamento seja fundamentado na Palavra de Deus. Um casamento edificado sobre Cristo necessariamente estará baseado em alguns pilares. São eles:

COMPROMISSO COM A ORAÇÃO

Casais crentes precisam crer no poder da oração e mais, precisam orar. Maridos devem ser os maiores intercessores pela vida de suas esposas, e esposas devem ser as maiores intercessoras pelas vidas de seus maridos. Pais devem orar pelas vidas de seus filhos, e filhos precisam orar pela vida de seus pais. Casais crentes precisam colocar diante do Senhor, em oração, sua saúde emocional, sua vida sexual, seu trabalho, seus sonhos e suas finanças. A oração é um pilar de sustentação.

COMPROMISSO COM A PALAVRA

Casais crentes devem ler a Bíblia. Cada parte precisa ter sua vida com Deus, mas é de suma importância que ambos desenvolvam, juntos, uma vida devocional saudável. A Palavra de Deus será para o casamento lâmpada para os pés e luz para os caminhos. Será a direção para a tomada de decisões, a coragem para os dias de luta, o consolo para os dias de luto, a sabedoria e a alegria para a caminhada.

COMPROMISSO COM O PERDÃO

Casais crentes precisam ter como maior marca de seu relacionamento o perdão, assim como todo aquele que foi perdoado por Jesus. Da mesma forma que as alianças precisam de polimento para restaurar o brilho, o casamento demanda perdão, por conta dos arranhões e marcas que o atrito do diaa-dia deixa em seus corações.

COMPROMISSO COM A IGREJA DE CRISTO

Casais crentes são comissionados por Deus para a obra missionária, para o serviço na igreja, para o sustento financeiro da congregação e para a formação da cultura.

Pr. Israel Abreu · Pastor Auxiliar

SOLTEIRO E FELIZ

08
ago
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Alguns cristãos solteiros olham para o estágio de solteirice como um período solitário, enquanto procuram alguém para iniciar um relacionamento significativo. Esses pensam que a plenitude de vida será alcançada quando estiverem casados. Entretanto, quando você estiver se sentido completo, mesmo estando solteiro, então você estará pronto para compartilhar com alguém a sua plenitude e tudo o que já conquistou até o momento.

Outros já veem o solteiro como uma pessoa infeliz, frustrada e antissocial. Mas estar solteiro não é doença! O tempo de solteiro pode ser um tempo de oportunidades e realizações, que deve ser vivido.

“Estar” solteiro é diferente de “ser” solteiro. Estar solteiro é uma fase que tem fim. “Ser” solteiro acontece quando Deus dá a uma pessoa uma vocação pessoal e especial para isso. Se você está solteiro, acalma-se, pois a sua hora vai chegar, enquanto isso viva a sua solteirice e seja feliz!

O que é preciso para estar solteiro e feliz? Vejamos o que a Bíblia tem a dizer sobre este assunto.

  • O casamento não é melhor ou pior que a solteirice, apenas diferente. Quantas histórias acabam em “e viveram felizes para sempre”? Mas a verdade não é bem assim. Casar não resolve todos os problemas de uma pessoa, especialmente a solidão. Todo casal enfrenta dificuldades que o solteiro não enfrenta. Casamento e bebês são uma virada de jogo. Coisas simples como dormir, almoçar e assistir seu filme favorito tornam-se limitadas e, às vezes, inatingíveis. Ter uma família é absolutamente incrível. Mas é tão diferente. Seu final feliz está em Jesus, não no casamento. “Naturalmente, se você já estiver casado, não procure se separar. Mas se você é solteiro? Então não procure esposa. Entretanto, se você, homem, decidirse casar agora, está bem, não comete pecado; e se uma moça virgem casar-se agora, está bem, não comete pecado. Contudo, o casamento trará outros problemas dos quais eu gostaria de poupá-los” (1 Coríntios 7.27-28 NBV).
  • Aprecie o tempo de Deus. Há um tempo para ser solteiro e um tempo para casar. Cada fase da vida é importante. Deus tem um propósito para esse tempo de solteiro. “Há um tempo certo para cada coisa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu” (Eclesiastes 3.1 NBV).
  • Aproveite esta fase. A pessoa solteira tem mais tempo e liberdade para envolver-se em um ministério, viajar, aprender uma nova língua, fazer uma especialização e ter muitas experiências. Quem é casado não tem tanta disponibilidade. “Em tudo quanto vocês fizerem, eu gostaria de vê-los livres de preocupação. Um homem solteiro pode gastar seu tempo ocupado com a obra do Senhor e pensando no modo de agradá-lo” (1 Coríntios 7.32 NBV).
  • Não tenha pressa. Não tente apressar os planos de Deus. Desfrute o presente e confie o seu futuro nas mãos de Deus. Procure sempre fazer a vontade dEle. “…Não despertem nem incomodem o amor enquanto ele não o quiser” (Cântico dos Cânticos 8.4 NVI).
  • Permaneça puro. Relacionamento sexual é só no casamento. Sexo sem compromisso causa muito mais sofrimento que prazer. Se controle e evite situações que podem levar ao pecado e ao sofrimento. “Entretanto, se não puderem controlar-se, sigam adiante e casem-se. É melhor casar-se do que arder em desejo” (1 Coríntios 7.9 NBV).

Concentre-se no que Deus fez e está fazendo em sua vida. Viva intensamente a solteirice e entregue-se totalmente Àquele que morreu por você. Todas as suas escolhas nesta fase definirão a sua próxima fase. Portanto, cresça na comunhão com Cristo. Aprenda mais sobre Ele em sua Palavra, desenvolva relacionamento sadio com as pessoas que convivem com você e espere pacientemente pelo Senhor.

Pr. Roberto Santos · Pastor Auxiliar

HOMENS QUE INFLUENCIARAM GERAÇÕES

13
jul
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UMA REFLEXÃO NO MÊS QUE CELEBRA “O DIA DO HOMEM” (15/07)

Grandes homens na Bíblia são abundantes em todas as suas páginas. A Bíblia tem histórias de heróis, profetas, pregadores e reis militares que seguiram a Deus e nos deixaram bons exemplos a seguir. Neste artigo descreverei a história de alguns homens que influenciaram gerações.

PAULO – EVANGELISTA E APÓSTOLO

Quem passou por mais dor e sofrimento nesta vida por amor a Cristo do que o apóstolo Paulo? Não consigo pensar em ninguém que tenha sofrido tanto por causa de Jesus do que Paulo. “Ouça” o que ele suportou em 2 Coríntios 11.23-28. Paulo foi espancado, aprisionado, açoitado, apedrejado, naufragado, passou fome, sede, sofreu fadigas, foi exposto ao frio, enfrentou ameaças de salteadores, gentios e de seus próprios irmãos (os judeus). Isso tudo porque Paulo “não se envergonhou do evangelho” (Rm 1.16). Isso faz dele um dos maiores homens da Bíblia.

JOÃO BATISTA

Jesus disse sobre João que entre os homens nascidos de mulheres não havia ninguém maior que ele (Mt 11.11). Este foi “aquele sobre quem está escrito: ’Enviarei o meu mensageiro à tua frente; ele preparará o teu caminho diante de ti’” (Mt 11.10). João não tinha medo de ser politicamente incorreto e, aparentemente, ele não foi enviado para fazer amigos e influenciar pessoas, mas falar a verdade e preparar o caminho para Jesus Cristo. Imagine-o chamando as multidões para virem e serem batizadas por ele (Lc 3.7). “Raça de víboras”. Isso exigiu muita coragem. João até mesmo disse ao rei Herodes que “não é lícito que você possua a esposa de seu irmão” (Mc 6.18b) e acabou perdendo a cabeça por isso, portanto João Batista está entre aqueles que considero um dos maiores homens da Bíblia.

ABRAÃO, O FIEL

Quem foi mais fiel que Abraão? Ele estava disposto a sacrificar seu próprio filho em obediência a Deus. Ele também deixou sua cidade natal em Ur, bem como sua família, seus amigos, sua segurança e tudo o que ele possuía para ir a um lugar que ele nunca tinha visto. Ele estava disposto a fazer isso como um ato de fé e obediência. É por isso que Abraão está no Salão da Fé em Hebreus 11. Nossa fé é tão forte quanto o objeto de nossa fé, que é o nosso Senhor Jesus Cristo.

MOISÉS, O MANSO

Diz-se de Moisés que ele foi o homem mais manso e humilde na face da terra (Nm 12.3), mas isso não significa que ele era fraco. A mansidão não é fraqueza, mas a força sob controle, porque “Pela fé Moisés, recém-nascido, foi escondido durante três meses por seus pais, pois estes viram que ele não era uma criança comum e não temeram o decreto do rei” (Hb 11.23). Imagine que você é o próximo na fila para se sentar no trono do Egito, a nação mais poderosa da face da terra naquela época. Ele desistiu de tudo isso, disposto a “ser maltratado com o povo de Deus do que desfrutar dos prazeres passageiros do pecado”. Ele “suportou tudo porque via aquele que é invisível”. Estamos dispostos a ser maltratados, a abandonar os “prazeres fugazes do pecado”, por uma recompensa futura? Essa é uma pergunta que eu me faço.

JÓ, O JUSTO

Tantas são as pessoas que têm abandonado as fileiras simplesmente porque as coisas não estão indo bem para elas. Deus nunca nos promete felicidade nesta vida e Jó é o exemplo cabal disso. Jó sofreu tanto e mesmo assim conseguiu dizer: “embora ele me mate, ainda assim esperarei nele…” (Jó 13.15). Imagine perder todos os seus filhos, todos os seus bens, tudo o que você tem e depois ainda dizer “o Senhor deu, o Senhor levou, bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1.21)? O sofrimento nem sempre é atribuído à injustiça, e a lição de vida de Jó nos mostra que até mesmo os justos sofrem. Quem você incluiria nessa lista de grandes homens da Bíblia? Você incluiria o apóstolo Pedro, Barnabé, João, Estêvão ou outra pessoa? Como o autor de Hebreus escreve “o que mais direi?” Não tenho tempo para contar sobre tantos outros homens que influenciaram e que continuam influenciando gerações. Que possamos imitá-los no dia a dia.

Pr. Roberto Santos · Pastor Auxiliar

QUER CASAR COMIGO?

12
jun
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Depois que você e a pessoa com quem você está namorando tiverem tido tempo e oportunidade suficientes para chegarem a um conhecimento sólido um do outro, depois de terem convicção do sentimento que nutrem um pelo outro e a certeza da direção de Deus para as suas vidas, você pode começar a considerar seriamente a possibilidade de se casar com essa pessoa. A partir deste momento, ambos, individualmente, devem assumir o compromisso de se casarem. A iniciativa normalmente parte de um, mas o desejo e o compromisso necessitam ser dos dois. Esse desejo precisa ser verbalizado pedindo-a em casamento. Depois que isso ocorrer, você precisa seguir alguns princípios.

I – Torne-se um cristão maduro e busque uma pessoa cristã e madura para se casar. Efésios 5.25 e Provérbios 31.10, falam sobre as qualidades de um marido e esposa cristãos. O homem cristão deve procurar desenvolver as qualidades de um excelente marido cristão que amará sua esposa como Cristo amou a igreja e deve procurar uma mulher cristã que esteja desenvolvendo as qualidades de se tornar uma excelente esposa. Uma mulher cristã deve procurar desenvolver as qualidades de se tornar uma esposa biblicamente excelente e deve procurar um homem cristão que esteja desenvolvendo as qualidades de um excelente marido cristão, que amará sua esposa como Cristo amou a igreja. Isso deve ser feito antes de considerar a possibilidade de se casar com alguém.

II – Certifique-se de que as suas motivações para o casamento são bíblicas. Você se torna pronto para o casamento não apenas desenvolvendo as qualidades de um marido/esposa piedoso, mas certificando-se de que as razões pelas quais você está interessado no casamento são bíblicas. Isso também faz parte de estar maduro o suficiente para se casar. Pessoas maduras têm motivos maduros para fazer coisas, como se casar.

Razões não bíblicas para se casar:

  1. Para escapar da “profunda solidão”, de modo que você esteja disposto a casar-se com “qualquer um”.
  2. Para escapar de uma vida familiar infeliz.
  3. Medo de ficar de solteiro(a) quando todo mundo está se casando.
  4. Medo de ferir a outra pessoa se você terminar.
  5. Gravidez ou sexo antes do casamento. Sexo ou gravidez antes do casamento não exige um vínculo matrimonial.

Razões bíblicas para um homem e uma mulher cristãos se casarem:

  1. Dar, receber e desfrutar de amor autossacrificial no cumprimento das necessidades um do outro em um relacionamento ao longo da vida como marido e esposa (Ef 5.22).
  2. Ser companheiros e compartilhar a vida um com o outro (Gn 2.18-24).
  3. Dar, receber e desfrutar da intimidade romântica e física entre si (Gn 2.24).
  4. Ser parceiros no cumprimento do plano de Deus, um para o outro e juntos (Gn 2.24).
  5. Ser parceiros para suprir as necessidades de uma família estável e piedosa (Gn 1.28; Dt 6.4-7).

III – Desenvolva um relacionamento bíblico saudável que funcionará como a base para o casamento. O momento em que você está pensando no casamento é a ocasião certa para desenvolver esse tipo de relacionamento. Tudo fica mais fácil quando temos um relacionamento de oração e leitura bíblica, quando conhecemos o poder de Deus. Se você não for capaz de desenvolver esse tipo de relacionamento, este é um sinal de que você não deve se casar com essa pessoa ou com alguém até que haja uma mudança em um ou em ambos.

IV – Cresça no cuidado e preocupação com a pessoa que você irá se casar. Concentre-se em ver se você tem um compromisso crescente de cuidar dessa pessoa em contraste ao crescimento do “afeto/atração romântica e sexual” comuns em quem se ama. Seus sentimentos românticos são importantes porque atuam como um catalisador para você se interessar por uma pessoa em particular. No entanto, seus sentimentos românticos não devem conduzir o relacionamento ou ser a única base de seu desejo de se casar com essa pessoa. Quando seus sentimentos românticos por essa pessoa se acalmarem, se vocês não tiverem um forte cuidado e preocupação um pelo outro e um forte compromisso de amar um ao outro como Deus pretende, não haverá mais nada para manter seu casamento.

Pr. Roberto Santos · Pastor Auxiliar

COMO DESENVOLVER UMA RELAÇÃO HARMONIOSA COM OS SOGROS

08
maio
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Não sei o que é conviver com um sogro, pois quando conheci minha esposa seu pai já havia falecido, mas tenho a grata satisfação de conviver há 38 anos com uma sogra. Ela tem sido uma bênção para mim e acredito que para todos os outros genros também. Minha sogra nos ajudou de várias maneiras e, em especial, com os nossos dois filhos. Lembro-me ter tido apenas um enfrentamento com ela.

Há três anos, eu e minha esposa alcançamos o status de sogros. Ainda não sabemos se estamos correspondendo às expectativas da nossa nora, mas temos nos esforçado. Neste lugar, temos aprendido a compreender as suas necessidades e a desempenhar o papel de sogros.

Mas, é claro que nem todo relacionamento com sogros é harmonioso, caso contrário não haveriam tantas piadas a respeito deles.

A relação genros e sogros pode ser harmoniosa se ambos trabalharem nesta direção. Tanto os sogros quanto os genros têm a sua parcela de responsabilidade na construção dessa harmonia. Caberá a ambos compreenderem o seu papel nesta relação. Quando os genros se relacionam harmoniosamente com os seus sogros, todos ganham – o cônjuge, os filhos, os tios, etc.

Para você que vai casar, ou que já casou, aqui estão algumas ideias para construir uma relação harmoniosa com os seus sogros:

  • Evite a conversa negativa. Mostre respeito pelos seus sogros, mesmo quando não estiverem presentes. Evite a tentação de participar de conversas que denigrem os seus sogros. Realce os pontos positivos em seus comportamentos e atitudes e compartilhe-os entre os seus familiares.
  • Mostre gratidão. Quando os seus sogros fizerem algo de bom para você, sua esposa ou seus filhos, faça-os saber que você está grato e contente. Retribua a ação dos seus sogros por meio de um telefonema ou um presente.
  • Mantenha o controle, não importa o que aconteça. Alguns sogros podem ser realmente difíceis. Já ouvi dezenas de histórias de brigas entre noras e sogras. Minha mãe, por exemplo, às vezes, acho que é sem querer, fala algumas coisas que me ofendem, imagina o efeito dessas palavras em minha esposa. Felizmente, ela releva aquilo que pode ofendê-la.
  • Não tolere abuso. Se um sogro ou sogra se envolver em abuso físico ou emocional, reconheça que você tem a obrigação de proteger seu cônjuge e filhos. Se o problema for sério, você precisa estar preparado para cortar o relacionamento em nome da proteção pessoal e familiar.
  • Lide com os conselhos, mas não permita a invasão. Por serem mais experientes, os sogros, em sua maioria, têm uma bagagem que pode lhe auxiliar. Mas quando eles começarem a ditar o que você deve fazer, ou quando começarem a questionar como você se relaciona com o seu cônjuge ou como você cria os seus filhos, converse com o seu cônjuge e levante as trincheiras. Informe para os seus sogros aquilo que lhe ofende e diga-lhes claramente que você não permitirá que eles invadam a sua vida e família.
  • Visite os seus sogros. Mesmo que você não ache interessante, será proveitoso para o seu cônjuge e, em especial para os seus filhos, você visitar os seus sogros e pais.
  • Ajude os seus sogros. A despeito do mal que os seus sogros lhe fizeram, lembre-se que eles lhe propiciaram algo maravilhoso – seu cônjuge. Sem os seus sogros você não teria casado com esta pessoa que está ao seu lado. Portanto, quando os seus sogros necessitarem, ajude-os. Ajude-os naquilo que eles precisarem. Lembre-se que caberá aos filhos cuidar dos seus pais na velhice.

Nunca devemos permitir que os cuidados do mundo ofusquem as coisas mais importantes – servir a Deus por meio do serviço às pessoas, especialmente as das nossas próprias famílias. A Bíblia diz: “Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra” (Efésios 6.2-3).

Pr. Roberto Santos

Pastor Auxiliar

Pais de primeira viagem

06
abr
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“Os filhos são um presente do Senhor; uma recompensa que ele dá. Os filhos que o homem tem durante a sua mocidade são como flechas de um soldado valente. Feliz o homem que tem muitos filhos, uma aljava cheia de flechas. Ele terá ajuda quando tiver de enfrentar seus inimigos no tribunal.” (Sl 127.3-5)

Todos os que se programaram para a gravidez afirmam estar “preparados”, mas o que se percebe imediatamente após o parto é um grande susto. Mesmo tendo lido livros que tratam do assunto, realizado o curso preparando para a chegada do bebê e discutindo o assunto com outros casais e pediatras, ter um recém-nascido em casa não é nada fácil, especialmente para quem nunca passou por isso antes. As exigências são assustadoras, tornando os primeiros anos exaustivos e estimulantes. Entretanto, a chegada do infante pode acrescentar, além dele próprio, muita coisa boa na família. O nascimento de um bebê é algo, indiscutivelmente, milagroso e belo.

O novo filho sempre vem acompanhado de novos desafios para os pais. Ele os faz chorar – de tristeza e de alegria, ele altera a rotina da casa levando os pais a esquecerem tudo o que precisava ser feito, ele faz com que a antiga vida do casal desapareça e surja uma vida nova, mais complexa e bela.

Ter filhos não é para quem quer, mas para quem Deus dá. Quando Deus envia uma criança a uma família, Ele envia a Sua bênção, pois filhos são presentes de Deus. As crianças são uma herança do Senhor. Elas são dadas por Ele tanto quanto o sucesso na construção de uma casa ou na proteção de uma cidade. Tudo o que valorizamos ou que desejamos é um presente de Deus e deve ser recebido como Dele e ser reconhecido como seu dom. As crianças são representadas como defensoras (flechas) de seus pais em guerra e em litígios. Filhos propiciam grande alegria a seus pais.

Uma vez que os pais de primeira viagem não estão preparados para a nova fase, vale a pena atentarem para algumas mudanças com a chegada do bebê.

Vocês são únicos e fazem quase tudo juntos? Com a chegada do bebê as coisas não serão mais as mesmas. A criança que tem o poder de unir duas pessoas também tem a capacidade de “separá-las”, especialmente se elas não atentarem para as necessidades um do outro. O risco de se voltarem unicamente para o infante é real e não pode ser desprezado. Segundo o psicólogo Sam Jinich, para 66 por cento dos casais estáveis, o índice de satisfação com o relacionamento cai no primeiro ano com o bebê.

Você não aprecia algumas características do seu rosto? O seu bebê alterará a sua visão a respeito de si mesmo. Você passará a apreciar suas covinhas e outros traços quando vir os sorrisos mais fofos do seu bebê.

Você gosta do seu pet e considera-o como o seu “bebê”? Com a chegada do bebê, seu pet será rebaixado à categoria ignóbil e durante um período será ignorado por todos de casa.

Você gosta das coisas na sua casa no lugar certo? Aproveite ao máximo, pois em breve a sua sala será tomada com os brinquedos do seu filho.

A amamentação será sempre um desafio para você. Algumas pessoas vão te alertar, mas nada, absolutamente nada, senão a prática, te ensinará quão desafiador é amamentar – sangramento, rachaduras e infecção farão parte da sua vida. Entretanto, não existe satisfação maior para a mãe do que perceber que o seu bebê está se alimentando e crescendo saudável.

Mãe, você tem dificuldades com a sua sogra? Fique tranquila, com a chegada do bebê o relacionamento com ela vai mudar. O bebê fará com que vocês tenham pontos de vistas comuns. Ela será mais participativa e tolerante com você, pois temendo que você não a deixe aproximar do neto, vai segurar a língua e se dispor a te ajudar.

Você perceberá que ir ao salão será como viajar para Paris. Algo raro e muito especial.

Sua vida sexual sofrerá uma guinada radical. Você perceberá que o seu bebê fará de tudo para continuar sendo filho único e isso afetará a intimidade com o seu cônjuge. Portanto, atente para que você não se realize somente na criança, esquecendo-se do seu cônjuge. Não deixe de namorar o seu cônjuge.

Ore e conte histórias bíblicas para o seu filho. Peça sabedoria a Deus na formação do seu filho. Torne-se exemplo para ele.

Pr. Roberto Santos

Pastor Auxiliar

UMA FAMÍLIA MISTURADA

07
mar
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“Família misturada”! Este conceito tem sido usado para descrever as famílias construídas a partir de um novo casamento, com filhos e filhas que não são dos mesmos pais de sangue.

Me converti em 1997, meses depois de um divórcio sofrido. Divórcio é sempre muito dolorido. Quando minha filha Rubia Mara tinha um ano e cinco meses, tive que voltar para casa de meus pais. A minha conversão a Cristo Jesus foi o ponto de mudança de toda a minha vida.

Jeremias, que já era pastor da Oitava Igreja por mais de 17 anos, ficou viúvo em fevereiro do ano 2000, com três filhos: Jeremias Junior com 15 anos, Lucas Davi com 13 e Ciro Daniel com nove.

Nosso casamento foi em 2001. Queríamos e orávamos para sermos família e família que vivesse para agradar a nosso Senhor Jesus Cristo. Busquei discernimento para entender o meu espaço e a minha importância dentro dessa nova família. Não queríamos (não queremos), nem podíamos apagar nenhuma das pessoas que ajudaram a construir nossas histórias até então.

Jeremias e eu estávamos comprometidos em crescer juntos, fazer nossos filhos crescerem e edificar uma família. Neste novo tempo, fomos entendendo que superior à imposição, dureza, gritaria, força e amuos… Aceitação, respeito, confiança, perdão, renúncias, lutas, lágrimas, riso, oração e amor incondicional eram as virtudes que nos sustentariam e transformariam.

Em junho 2018 celebraremos 17 anos de vida conjugal e família, segundo o favor do Senhor. Casamos nossos três filhos. Rubia segue conosco. Estamos animados para a chegada de nosso primeiro neto.

Olhando para os começos… Construir essa nova família parecia impossível aos nossos olhos, mas não há impossíveis para o nosso Deus.

O Senhor nos concedeu e continua nos dando sabedoria, sensibilidade e discernimento inundados pela graça, para perceber as diferenças, dores, superar lutas, lutos, medos, sarar feridas abertas, as angústias, as desilusões, as carências, melhorar reações, lidar com expectativas e caminhar em bons caminhos. Vivemos muito riso, muitas celebrações, belos milagres e santas e abundantes provisões. E assim o Senhor foi e continua nos moldando em família.

Aprendi e aprendemos, no dia a dia, na convivência, nas tensões e na paz, na dor e nas alegrias, que a maneira como eu me relaciono e amo o Senhor determina e influencia como eu me relaciono com meu próximo e em meu lar. E, assim, na nossa imperfeição, buscamos para todos nós um melhor relacionamento com Cristo e uns com os outros.

Nessa caminhada de virar uma família, ficamos até um pouco parecidos uns com os outros. Falamos de nossa família, juntos e misturados. Falamos do pai e da mãe que nos doaram os filhos. Mas dizemos com honra e gratidão: são nossos filhos.

Temos muito a agradecer ao Senhor. Temos muito que agradecer a tanta gente que foi e continua sendo instrumento da graça para nos abençoar. Temos muito que agradecer a nossa amada Oitava Igreja.

Virar uma família misturada tem, de fato e de verdade, a ação da graça, da misericórdia, do amor e do perdão do Senhor, nutrindo relacionamentos e dando a alegria de ser família.

Podemos dizer com muita gratidão: viramos uma família. Família que segue sendo multiplicada: Eu, Jeremias, Rubia Mara; Jeremias Júnior e Giselle; Lucas Davi e Juliana e nosso Neto Davi Lucas que nascerá em março (Aleluia!); Ciro Daniel e Marcela.

Somos abençoados e unidos por causa do grande amor de Cristo Jesus por nós.

Claudia Maria Torres de Araújo Pereira da Silva

EGOÍSTAS NO CASAMENTO

20
fev
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Todos nós somos egoístas, mas em muitos casamentos, parece que um dos dois bebeu uma dose a mais desse veneno. Tudo no casamento é se me favorece. Eu sou o centro. “Se for do meu jeito”. Egoístas, geralmente, comparam seus cônjuges com cônjuges de outras amigas ou amigos. Mulheres e homens egoístas e casadas(os) constroem suas agendas sem pensar no cônjuge e em sua família. Muitos “Zezões” vivem para ver se “Dona Minina” faz o que beneficia apenas a ele.

Num casamento assim, o depósito de amargura só cresce e cresce silenciosamente. Cresce represada, mas, vez por outra, explode e machuca a todos. Há reconciliações, mas superficiais, pois o egoísta seguiu disputando e exigindo que ele seja o centro. Exige por palavras e ações.

Possivelmente, casais assim são apenas religiosos: Sabem dizer “Glória a Deus”; oram com lágrimas, às vezes; sabem citar textos bíblicos; têm seus pregadores, cantores e cantoras de preferência e chegam a replicar os ditos dos preferidos (necessariamente isso não está errado). Mas o que muda sua vida, ó egoísta, é o novo nascimento pela fé em Cristo Jesus e a busca diária da santificação. Num casamento feliz, você pode observar que há sempre corações de servos em ação para iluminar a vida um do outro e glorificar a Cristo.

Analise a si mesmo, peça ao Senhor transformação! Sirva com alegria o “Zezã” o ou a “Dona Minina”, aos filhos especialmente os mais parecidos com você (chamados por todos como os mais difíceis). Peça ao Senhor um coração de servo, que Ele tire o coração brigão e dê um coração mais quebrantado, humilde e manso.

Pr. Jeremias Pereira

Pastor Titular

ZEZÃO E DONA MININA – A ARTE DE MORAR JUNTOS

07
fev
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Defino o casamento como a Bíblia define: como o relacionamento entre um homem e uma mulher. Simples assim. Considero, também, que é casado quem se casou no cartório e fez sua aliança civil também. Pode ter ou não o casamento pomposo e “carerrérrimo” na igreja com a festa, fotógrafo, vídeo, flores e “bananeirastais”. Nada disso, necessariamente, ajuda o casal a viver feliz. O casamento pode ter sido uma coisa linda, como dizem as mães e as tias. Passar a lua de mel no exterior, nas Bahamas! Mudar para um casa ou um apartamento lindo, com tudo! Mas… gente boa, viver junto… é outra coisa! É outro bicho. É outra história.

Aprender a arte de viver juntos é que faz o casamento feliz. Há casais casados que precisam aprender a arte de morar juntos. Morar juntos é saber sorrir, repartir, cobrar, ceder, doar, dividir as contas, dividir os corações, doar a alma. É dormir ou começar a dormir de conchinha ou separadinhos, sem murmurar. Esquentar o pé do outro e no outro, é fazer o cafuné no outro, fazer café para o outro, ajudar a lavar a louça, aprender a lavar roupa, saber dependurar a outra após um dia bruto de trabalho.

É paciência, bondade, gratidão. São assovios, chatices deixadas para lá, bafos terríveis, puns conscientes ou distraídos, roupas babadas que o outro dá aquela limpadinha tradicional e disfarçada. É fazer mil contas e não poder gastar ou poder gastar. É ser ranzinza e perdoador(a). É cantar juntos uma música usando o detergente como microfone, é tomar banho juntos, é transformar o chuveiro que pinga numa bela cachoeira, é ouvir os medos, onde dói no outro. É orar pelo outro e com o outro. É dar broncas nada franciscanas e endireitar-se, beleza?!

Morar juntos é poder ser “Zezão” com fraquezas, sem fingimentos e “Dona Minina” “sustançona”. É aprender a ser ouvida, cuidada. É rir, é achar graça de nada e o outro rir junto sem saber porque esta rindo. É lidar com suas frustrações sem jogar em cima do outro. É gostar do outro mais do que de si mesmo. É demorar a levantar para curtir mais o outro. É ser solidário, intercessor. É ser companheiro(a), amigo, amiga, irmão ou irmã na fé. A amante fogosa, o amante em chamas. Morar juntos é limpar a pia para que o outro escove os dentes sem aqueles pedacinhos de comida incomodantes. É terminar de usar o banheiro e deixar ele bacana para o outro usar.

Morar juntos é mudar juntos. O outro vai sendo transformado com o passar dos anos. Vão ficando parecidos um com o outro, assim vão aprendendo a morar juntos, com calundus e rapapés.

Chegam filhos, criam filhos. Chegam as noras e/ou os genros. Chegam netos e netinhas. Aprimorar a arte de morar juntos. Vem os bisnetos e aí, possivelmente, talvez tenham que deixar de morar juntos. Vamos morar com Cristo e depois, um dia, nos encontraremos de novo. Reunir toda a família para sempre, viver pertinho e com Jesus, nosso Senhor.

Enquanto isso não chega… Aprendam a morar juntos, “Dona Minina” e “Seu Zezão”.

Pr. Jeremias Pereira

Pastor Titular

AÇÃO E REAÇÃO

08
jan
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Ação e reação é um princípio básico da física. Talvez você se lembre de ter estudado as três leis de Newton. Pois bem, ação e reação é a terceira. “A toda ação há sempre uma reação de mesma intensidade, mesma direção e sentidos opostos.”

A Terra exerce uma atração em todos os corpos que estão em sua superfície (ou próximo à sua superfície), assim como os corpos atraem a Terra para si com a mesma intensidade e sentido oposto. Tem um ditado que diz: “Gentileza gera gentileza” e isso se aplica a todas as áreas da vida.

A Bíblia diz que “tudo o que o homem semear, isso também ceifará.” (Gl 6.7). Enquanto Paulo incentivou os cristãos a compartilhar e fazer o bem, ele os lembra do princípio da semeadura e da colheita, da ação e reação. Se o passado nos ensinou alguma coisa é que toda causa traz o seu efeito, e cada ação tem uma reação. Olhemos para a jardinagem como um exemplo: Se plantamos um abacateiro vamos colher abacates, se semeamos joio, colhemos ervas daninhas. O mesmo acontece em nossas vidas: o bom vai produzir boas coisas e o mau leva à maldade.

Já ouvi de alguns maridos queixando do comportamento que recebem de suas esposas. Também ouvi algumas esposas reclamando do comportamento que recebem dos seus maridos. O mesmo aconteceu com pais reclamando do comportamento de seus filhos e de filhos reclamando do comportamento de seus pais. Mas por que as pessoas agem assim? Por que reagimos contrário às expectativas do outro? Qual a causa de tal comportamento?

Vale salientar que não deveríamos viver apenas para corresponder às expectativas das pessoas que convivem conosco, pois se isso ocorrer, o relacionamento estará fadado ao fracasso, pois ambas não serão livres, mas dependentes emocionalmente uma da outra. Alguns fatores podem ser indicativos de dependência emocional. Um deles pode ser a sensação de não conseguir ou não merecer, por exemplo, tomar decisão sem ter alguém para lhe dar dicas, achar que não merece uma oportunidade, não ir ao médico sem acompanhante, não vestir uma roupa sem questionar se sua amiga usaria a mesma coisa, considerar que qualquer objeto de luxo jamais lhe ficaria bem, necessitar da aprovação do cônjuge quanto ao corte de cabelo, etc. Uma pessoa dependente não vive quando encontra-se só, não se ama, pois elegeu o outro como o seu oxigênio, logo, quando o outro falha, ela morre. Mesmo que não tenhamos que viver em função do outro, também não precisamos ser grosseiros e indelicados, especialmente tratando-se de nossos familiares.

Todos nós possuímos um estoque de hábitos, uns positivos e outros negativos. Metaforicamente falando, possuímos duas bags: uma com sementes boas e a outra com sementes ruins; e a todo instante temos que escolher em qual bag enfiar a mão para tirar as sementes que vamos semear.

Quanto mais hábitos positivos você desenvolver, mais você verá seus hábitos negativos desaparecer. Quanto mais você sair para servir outras pessoas, menos egoísta será. Quanto mais você se concentrar em pensamentos positivos, menos tempo você terá para ser autocrítico. Quanto mais você definir metas diárias para trabalhar, menos você irá procrastinar ou perder tempo. Quanto mais gentil você for com seu cônjuge, melhor será o seu casamento.

Quando você faz progresso positivo em sua vida, você também estará deixando para trás hábitos negativos.

O outro lado do parágrafo acima é que o oposto também é verdadeiro. Se aumentarmos nossos hábitos negativos ou autodestrutivos (ação), diminuímos o número de hábitos positivos de sucesso que realizamos (reação igual e oposta).

Se você espera que as pessoas tenham uma reação amável, então você precisa ter uma ação amável. Se espera que tenham uma reação positiva, então tenha uma ação positiva. Se anseia que o seu o cônjuge tenha uma reação agradável com você, então é fundamental que você seja agradável com ele.

Ação e reação é o tema do Congresso Fortalecimento da Família 2018. Na ocasião você será levado(a) a refletir sobre os impactos positivos e negativos das suas ações no seu casamento e como, apesar da ação do seu cônjuge, ter uma reação pró-ativa. Você compreenderá também o por quê de você agir de certas maneiras e como produzir ações positivas em cônjuge e filhos.

Eu e a minha esposa participaremos e gostaríamos de te encontrar lá para dividirmos experiências. Você pode fazer sua inscrição no site da Oitava Igreja: www.oitavaigreja.org.br.

Pr. Roberto Santos

Pastor do Ministério de Família